Quando os pais são ameaçados pela administração das creches dos seus filhos: Portugal, 2007.
6.3.07
5.3.07
Direitas assim
Apenas 30 por cento do eleitorado católico francês opta por um voto à esquerda nas presidenciais. De facto, em defesa de certas vidas, os católicos estão sempre na linha da frente - esquecem-se é dos valores sociais do Evangelho, na hora da escolha política.
[O líder da Frente Nacional fica a ganhar entre os crentes em dois por cento (14 por cento, contra 12 por cento do total de franceses), número cuja diferença sobe para quatro por cento entre os "católicos praticantes" (16 em cada 100 dizem votar em Le Pen). Revelador.]
[O líder da Frente Nacional fica a ganhar entre os crentes em dois por cento (14 por cento, contra 12 por cento do total de franceses), número cuja diferença sobe para quatro por cento entre os "católicos praticantes" (16 em cada 100 dizem votar em Le Pen). Revelador.]
Finalmente
O Sporting vai protestar o jogo com a União de Leiria. Custou, mas foi: finalmente o clube de Alvalade reconhece que aquela bola foi tirada pelo Ricardo uns bons metros dentro da baliza.
Assunto sério
Jornalista no desemprego oferece-se. Grande experiência anterior, inclusive em cargos de edição e chefia. Competência, responsabilidade, rigor. Uma pequena amostra do seu trabalho, aqui. Envia-se CV. Assunto sério, contactar pelo e-mail mmarujo@gmail.com
[três notas em fim de fim-de-semana]
1. Como mostrou a OPA à PT, os nossos empresários sempre tão beatos na defesa do liberalismo, gostam muito pouco do mercado quando lhes convém.
2. A CP adiou pela nona vez a entrada em vigor de novos horários, que permitiriam viajar de Lisboa ao Porto em menos meia-hora. A Refer não deixa. Leram bem: uma empresa do Estado não permite a outra (que por acaso é extremamente deficitária) prestar um melhor serviço aos utentes (e captar mais clientes e mais dinheiro e...). Deixe lá: no fim, quem paga a factura somos nós.
3. O Público deu discreta notícia de 19 prémios de excelência de design para o jornal, no sábado. Vergonha de noticiar que o velho Público foi premiado quando já foi deitado fora?!
2. A CP adiou pela nona vez a entrada em vigor de novos horários, que permitiriam viajar de Lisboa ao Porto em menos meia-hora. A Refer não deixa. Leram bem: uma empresa do Estado não permite a outra (que por acaso é extremamente deficitária) prestar um melhor serviço aos utentes (e captar mais clientes e mais dinheiro e...). Deixe lá: no fim, quem paga a factura somos nós.
3. O Público deu discreta notícia de 19 prémios de excelência de design para o jornal, no sábado. Vergonha de noticiar que o velho Público foi premiado quando já foi deitado fora?!
4.3.07
3.3.07
2.3.07
O país em Lisboa
Aveiro, Vizela, Benavente, Albufeira, Castelo de Vide, Porto, Castelo Branco. O país desce à capital para protestar. Eu subo ao Campo de Santana e chegam-me ecos dos discursos nos Restauradores. Antes, apanhado no meio da multidão, corria o grito, tá na hora do governo ir embora. O desempregado não se revê naquele discurso - mas há outro?!
Crescente
Vai no número 4 - e acho que nunca falámos dela aqui. É online, pequena, arrumada. É Minguante de nome, revista de qualidade. Tem a Sara entrevistada (uma pequena entrevista para meter no msn) e traz as imagens de Margarida Delgado. Só isto vale muito. O resto, outro tanto.1.3.07
Porta pequenina
Paulo Portas disse que vai voltar à política (um deputado faz o quê?!). E fez o anúncio solene às 20h, no arranque dos telejornais. Alguma coisa mudou? Nada. Só o bronze e os dentes, já se sabia.
Deve e haver
A ver se percebo: o senhor Paulo Macedo só conseguirá realizar bem o seu trabalho se o ordenado continuar a ser a obscenidade que é (sim, obscenidade, falamos de um agente da função pública). É caso para absolver José Sócrates e os seus ministros de grandes responsabilidades: com o que ganham, não podemos pedir muito mais.
«All that, and we haven’t even mentioned the naked girls»
«It would be tough to overstate the greatness of a magazine that had Marilyn Monroe as its first centerfold, and Kerouac, Steinbeck, and Wodehouse on call by its fifth anniversary. Launched in 1953 by the grotto-dwelling, robe-wearing Playboy himself, by the 1960s its table of contents was a veritable who’s-who of the best writers of the day and their most compelling subjects. While the magazine has lost its footing as the culturally relevant read for men, its signature “Playboy Interviews” still deliver the kind of no-holds-barred ranting and raving that made it famous. All that, and we haven’t even mentioned the naked girls.» É a quarta melhor revista de sempre, diz a Good Magazine. A lista é um possível resumo de algumas das mais felizes histórias da comunicação social - e de novas e velhas descobertas. Delicioso.Ciclone
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