Que o primeiro-ministro use uma pulseirinha pindérica, é lá com ele. Que o homem se encomende às estrelas, não é nada connosco. Que Santana use e abuse de expressões
abrasileiradas para os seus desejos de governação, é apenas fraco vocabulário. Em Lisboa, quis um «Bairro Alto astral»; agora, no congresso não quer um «país com mau astral». Pois. O confessor do
católico líder do PSD devia dizer-lhe que os misticismos não são coisa recomendada no
Catecismo. Nem as
mentiras.