A propósito das boas festas que
aqui deixei, com a representação da Virgem grávida por Paula Rego, lê-se uma interessante reflexão sobre a
Arte e o cristianismo (resumo simplista) no blogue amigo de
Rui Almeida: «
A vida de Maria é usada enquanto história de um imaginário não exclusivamente cristão, deixando de lado teologias ou interpretações religiosas para dar relevo a uma dimensão humana, que passa, obviamente, pela mediação subjectiva da autora.» Foi, de facto, a humanidade que se respira naquele quadro que me fez optar por ele.